domingo, 31 de janeiro de 2010

Eu fui assim...

Eu sempre leio os blogs da Cris Guerra e em homenagem ao blog "Hoje eu vou assim..." resolvi fazer um post aqui na mesma linha. Muita pretensão da minha parte...rsrsrs...
Eu fiquei babando com as roupas de verão do Brasil. Babando mesmo, porque não compensa comprar, afinal aqui na Suécia faz muito pouco calor. Mas mesmo assim, fiz algumas comprinhas de coisas que dá para aproveitar aqui. Vestido de verão não comprei nenhum, mas ganhei um lindo da minha mãe. Eu entrava nas lojas, via todos aqueles vestidos lindos e não comprava. Minha mãe sempre dizia: - Compra Lu, nem que seja só para usar uma ou duas vezes aqui no Brasil enquanto está aqui. 
Mas, o senso prático falava mais alto e eu não comprava.
No natal entre os vários presentes que ela me deu, ganhei esse vestido. Amei...usei bastante. Usei no reveillon, em Tiradentes, em Belo Horizonte e em um aniversário que fui. Espero poder usar ele aqui na Suécia...(mais uma grande pretensão da minha parte...rsrsrs).

Assim, aqui está minha versão: Eu fui assim...em BH 



Vestido: Malagueta
Rasteirinha: Arezzo
Bolsa: DKNY
Relógio: Tissot
Esmalte: Risqué 7 vermelhos - Pura Luxúria
Oculos de sol com grau: Beyu

domingo, 24 de janeiro de 2010

The Cove

Ontem assisti o filme "The Cove". Fiquei chocada com a covardia.


"Um filme belíssimo e ao mesmo tempo chocante. Equilibrando depoimentos, entrevistas e uma narrativa que lembra filmes de espionagem e ação, The Cove desvela cenas impactantes de captura e morte de golfinhos e botos em uma pequena cidade do Japão. Cuidadosamente planejado e com um texto perfeito (preciso, irônico e cheio de autorreferências), este documentário deixa claro a sua intenção desde o princípio. Financiado e realizado por um grupo de ambientalistas, The Cove denuncia um crime ambiental, desmonta paulatinamente os argumentos que o sustentariam e, de quebra, dá uma aula de como fazer um documentário. Um grande trabalho do diretor Louie Psihoyos e de sua equipe. Surpreende aos espectadores que podem pensar neste filme como “mais um” documentário sobre a vida marinha. Isso porque The Cove é uma operação arriscada de filmagem ao mesmo tempo em que narra a história de redenção de um homem: Rick O’Barry, antigo adestrador de golfinhos que ficou famoso com a série Flipper. Completo e redondo, este documentário é um exemplo perfeito de cinema como “arma de propaganda” para um fim ecológico. Com cenas belíssimas e uma reflexão importante sobre a inteligência dos golfinhos, The Cove é ainda inspirador. Deveria ser obrigatório." - Crítica (non) sense da 7Arte

sábado, 23 de janeiro de 2010

Não existe coincidência, tudo está escrito

Minha vontade de ter filhos é pública. Não sei se já escrevi isso aqui, se ainda não, faço agora: QUERO MUITO UM FILHO. Costumo conversar com Deus e pedir para Ele me emprestar um filho para eu criar e amar. Estamos tentando desde Novembro de 2008, mas até agora nada. Ele sabe o que faz, na hora certa vem. Só preciso de um pouco de paciência, mas isso anda difícil de conseguir....rsrsrs...
Estou contando tudo isso porque acho que recebi um sinal (bem, na verdade eu espero que seja) e quero deixar registrado aqui.
Mudamos para esse apartamento que estamos agora porque queríamos um quarto a mais, ou melhor, queríamos um quarto para o bebe. Pois bem, mudamos e o tal quarto tinha um papel de parede horrível, vermelho. Eu queria mudar o papel de parede desde o início, mas algumas coisas na vida são muito complicadas!! Toda semana eu falava para o marido resolver essa questão, mas o tempo passou e somente em Dezembro, nas vésperas de ir para o Brasil, acertamos tudo para a nossa volta do Brasil. 
Paralelamamente, durante todo o ano de 2009, eu sofri com a ansiedade e vontade de ter um filho. Quando a menstruação chegava, eu chorava e ficava muito triste. Eu ficava assim uns dois ou três dias. Em uma dessas crises (não me lembro quando foi), tomei uma decisão. Eu decidi que precisava  fazer alguma coisa, precisava começar a lutar realmente por esse filho tão desejado e amado. Minha ação foi procurar informações sobre um tratamento de fertilidade aqui na Suécia. Procurei no google e encontrei um lugar na minha região - Östergötlands län. Anotei o telefone, passei para o marido que no dia seguinte ligou. Através dessa ligação entramos na fila e ficamos sabendo que este é o local onde a fila anda mais rápido, existem outros lugares mais perto onde poderíamos fazer esse tratamento, mas lá o tempo de espera é menor.
A ansiedade diminuiu um pouco.
Quando voltamos do Brasil tinha uma carta de lá nos esperando. A primeira consulta seria dia 22 de Janeiro de 2010 as 15:00. 
A troca do papel de parede começou.
Ontem, foi a primeira consulta e o quarto ficou pronto. As duas coisas no mesmo dia.
Hoje, quando terminei de limpar o quarto, fechei a porta e disse: - Filho, pode vir, seu quarto está pronto.
Falei assim... direto e sem pensar, como se ele realmente estivesse ouvindo.  Falei como uma mãe que avisa para o filho que o quarto está limpo e arrumado e que ele pode voltar para o quarto.
Depois analisando tudo, achei muito estranho. Escrevo aqui estranho porque quando comentei com o marido, ele comentou conforme uma personagem de uma série que estamos vendo esses dias diz: - "Não existe coincidência, tudo está escrito".
Assim eu desejo que seja!!!!



Risos e lágrimas: estava procurando uma imagem para ilustrar meu post e encontrei essa - escrevi "coincidência Deus" no google, cliquei em imagens e logo na primeira página apareceu essa...será que Deus está querendo me dizer alguma coisa??

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Natal, Reveillon e férias no Brasil


Cheguei do Brasil na semana passada, na quinta-feira. As aulas já começaram com a todo vapor e eu estou tentando entrar no ritmo também. Tudo é "tanto" no Brasil que quando volto fica um "tanto" de vazio também. Uma saudade do tamanho do mundo, mas é a certeza do reencontro que me faz ter forças para suportar a distância.
Como no post de julho (quando voltei do Brasil), vou tentar relatar tudo que fiz: fui paparicada pela mamãe e pelo papai, ri, chorei, fiquei feliz, fiquei com raiva, tomei guaraná, comi pão de queijo, xinguei em português, andei de braços dados com meu pai, minha mãe, beije-os muito, liguei para um tantão de gente, comprei várias coisas para mim, para o marido, vi filme dublado, assisti novela, fui na fazenda do meu pai, abracei muito o irmão, ganhei um tantão de presente, brinquei com a Belinha (a cadela da família), fui na manicure e no salão, tomei sol, senti calor, fui a piscina, comi churrasco, revi os amigos do centro espirita, fiquei horas na livraria escolhendo os meus novos livros, comi farofa, feijão tropeiro, torresmo e comidinha da mãe, tirei cochilo a tarde abraçada com a mãe, fui ao médico (ortomolecular e dermatologista), fui para Tiradentes e Bichinho/MG, comemorei três anos de casada, fui para Bom Sucesso, BH e São Paulo, ajudei minha mãe na decoração de natal da casa da minha família, montamos o presépio, ceiamos juntos no Natal e passamos a virada do ano juntos também, participei de um encontro de parte da família etc etc...dificil contar tudo que fiz no Brasil.

Foto: Eu, marido, mamãe e papai na nossa pré-festa de Reveillon.