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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pisco Sour

O pisco sour é um drinque preparado à base de pisco (aguardente feita de uva) e suco de limão com outros ingredientes. 
Com 'propriedade' disputada entre Chile e Peru, o Pisco Sour é uma verdadeira instituição. Está para a carta de drinques local como a caipirinha está para o Brasil. Sentiu a importância?


Diz a lenda que nunca ninguém que não tenha sangue aimará ou quetchua (indígenas da Cordilheira dos Andes) viu uma uva que faz pisco. Alguns dizem que quem come uma uva de pisco se transforma imediatamente em pedra e é atormentado por demônios quetchuas por toda a eternidade. 

Ingredientes:
  • 1 dose de suco de limão
  • 1 dose xarope de açúcar
  • 3 doses de pisco
  • 1/2 clara de ovo
  • Gelo, o quanto baste
  • 3 a 4 quatro gotas de angostura
Num liquidificador coloque todos os ingredientes e bata até o gelo se dissolver por completo. Sirva num copo gelado e finalize com as gotas de angostura.

Importante:
  • Tenha cuidado para que a clara não toque a parte de fora da casca do ovo. Assim, você evita que bactérias acabem no drinque.
  • Consuma o drinque até quatro horas depois de preparado.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Valle Nevado e Farellones

No quarto dia testamos o passeio “Excursión a la Montaña” da TurisTour, a maior agência de turismo receptivo de Santiago. Me pareceu uma maneira bem prática de ser apresentada a duas estações de esqui —Valle Nevado e Farellones.

Parada para alugar roupas
Antes de sair da cidade, uma parada estratégica numa lojinha da Ski Total na avenida Nueva Las Condes para alugar roupas próprias para a neve. Como meu casaco de neve estava, provavelmente, no porto de Santos, eu precisei alugar um casaco mais quentinho.

Cinco minutos depois já estávamos no Camino a Farellones, uma estrada acanhada construída nos anos 30. São 40 curvas até chegar ao centro de esqui Farellones (de onde se continua a El Colorado e La Parva). A partir da entrada de Farellones, uma outra estrada, particular, construída nos anos 90, leva a Valle Nevado (depois de outras 20 curvas).

Já no início do caminho dá para ver que é melhor não arriscar subir por conta própria. A estrada é bastante apertada, e as curvas, fechadíssimas. Basta uma fina capa de gelo para tornar tudo megaperigoso (e obrigar ao uso de correntes nas rodas).
Entre Farellones e Valle Nevado

Caracol no caminho de Valle Nevado
Caracol a caminho de Valle Nevado

Valle Nevado
O principal dos hotéis de Valle Nevado

Farellones
Enquanto Valle Nevado é uma estação de esqui tipo exportação, voltada sobretudo aos turistas estrangeiros, Farellones funciona como um playground da neve para os santiaguinos. As instalações são bem mais modestas e, o que é melhor: há diversões até para quem não queira esquiar ou fazer snowboard.
Farellones: tubing
O maior barato de Farellones é o tubing, versão na neve dos tobogãs com bóia dos parques aquáticos. Por 7.000 pesos/14 dólares (acrescidos aos 10.000 pesos/20 dólares da entrada no parque) você compra uma hora de uso do tobogã — com direito a ser rebocado ao começo da pista.
Farellones: tubing
Outra atração off-pistas de Farellones são os juegos aéreos – um circuito de pontes de corda e tirolesas que me deu vontade de fazer. Os participantes são transportados até o início do circuito e, depois de deslizar nas alturas, desembarcam junto ao restaurante.
Farellones: tirolesa

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Santiago

No terceiro dia ficamos em Santiago. Acordamos cedo e fomos direto para o centro da cidade, para o Mercado Central.
O mercado central é um ótimo ponto de partida para qualquer passeio pela cidade, ou então uma ótima opção de “meio” ou fim do passeio, já que ali estão alguns dos melhores restaurantes de frutos do mar da cidade.

Aproveitei e deliciei com alguns morangos frescos, afinal a agricultura do Chile destaca-se pela exportação de frutas e hortaliças.

Depois fizemos um roteiro de passeio a pé pelo centro histórico de Santiago:
Saindo do mercado central (estação de metro “Puente Cal y Canto”), demos uma passadinha na Estación Mapocho, que fica praticamente do outro lado da rua. A antiga estação de trem de Santiago, que teve toda sua estrutura de ferro construída e montada na França e só depois transportada pro Chile, foi parcialmente destruída por um terremoto e hoje em dia é um centro cultural.

Depois seguimos pelo Paseo Puente até a Plaza de Armas, que é uma das principais praças de Santiago. Além da praça em si, ali está a Catedral Metropolitana da cidade, que foi construída entre 1748 e 1800 e domina a paisagem da praça, apesar de não demostra o quão grande é por dentro!


Na mesma praça estão também o Museo Historico Nacional e a sede dos Correios do Chile, alem de uma enorme estátua de Pedro de Valdivia, explorador Espanhol que fundou a cidade no século 16.
De lá seguimos pelo Paseo Ahumada, que é uma rua enorme cheia de lojas, cafés e restaurantes por todos os lados, inclusive alguns cafes que “servem” o famoso “café con piernas”! O "café con piernas" são cafés inofensivos espalhados pelo centro da cidade (principalmente no Paseo Ahumada) onde o café é sempre servido por mulheres vestida de trajes mínimos.

Teoricamente são estabelecimentos “de família” onde se serve apenas café e seus variantes, mas achamos cómicos que a garçonetes de fato usam mini-micro saias, o balcão do café não tem “fundo” (para que as pernas sejam vistas por todos os ângulos do estabelecimento) e todos os clientes eram do sexo masculino (tirando eu e algumas turistas).


Quando chegamos na Calle Moneda, seguimos em direção a Plaza de la Constituición, onde estão o Palácio de la Moneda, Tribunales de La Justicia e o ex Congresso Nacional.

De lá seguimos até o Restaurante Giratório. Eu super indico. Queria ir lá de noite, mas por coencidência encontrei um colega de faculdade no dia que fomos a Viña del Mar e Valparaiso e ele disse que a vista não era nada daquilo que falavam. Confesso que desanimei um pouco, mas para a minha felicidade resolvemos ir almoçar e valeu muito. A vista é linda e almoçar vendo a Cordilheira dos Andes não tem preço!!!


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Viña del Mar e Valparaiso

No segundo dia fomos para Viña del Mar e Valparaiso.

Uma otima opção de passeio bate e volta para quem for a Santiago é conhecer essas cidades balneárias do Pacifico. Ambas estão pertinho da capital e são o “point” do verão dos Santiaguinos.
A primeira parada foi Viña del Mar que fica ao lado de Valparaíso. É uma praia para a socialite do Chile. Lugar que vale a pena conhecer. É uma cidade moderna, com seu famoso hotel-cassino que lembra o de Mônaco, e uma grande quantidade prédios luxuosos. Há o relógio de flores, e as praias do Pacífico, lindas, embora com águas muito frias.

Ao chegarmos fomos direto para o Parque Vergara que era a residência de uma das famílias mais ricas do Chile, e hoje em dia é o principal parque da cidade.

Almoçamos com uma vista expetacular do Pacifico e depois fomos para o Museo Arqueologico, que tem um Moai original (as estatuas da Ilha de Pascoa – existem apenas 5 fora da ilha).

Depois fomos para Valparaiso.

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À primeira vista, a cidade portuária de Valparaíso, a 120 km de Santiago, assusta. Você sai de uma cidade organizadinha e modernosa como Santiago e de repente dá de cara com um lugar caótico, cheio de prédios caindo aos pedaços. Tudo fica ainda mais esquisito quando você lembra que a cidade vizinha (pegada, contígua, geminada), Viña del Mar, é um balneário clássico e ajardinado, quase côte-d’azúrico.
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Assim que chegamos em Valparaiso a primeira parada foi na casa do poeta Pablo Neruda, que realmente tem uma vista maravilhosa da cidade.
Até 1914 Valparaiso era o principal porto da casta oeste da América Latina, conectando o continente com a Ásia e África.

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Valparaiso é uma cidade considerada patrimonio historico da Unesco, e tem predios historicos e muitas casinhas coloridas lindas!!
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Trio ternura
Madeira sobre zinco II
A entrada do ascensor no Paseo Gervasoni
El Plan - calles Pratt-Esmeralda
A rua do Amparo de Valparaíso
Volto já!