domingo, 26 de abril de 2009

Mini Cruzeiro


Quinta e sexta fiz um mini cruzeiro para Mariehamn - Finlândia com algumas amigas. Saimos de Estocolmo na quinta feira. Estocolmo estava com um sol lindo e fiz muita fotossíntese!!!

O navio saiu as 17 horas. Logo que entramos, fomos pra nossas cabines nos "instalar". Depois de deixar as malas, fomos dar uma volta e conhecer melhor o navio. Me senti em casa no navio, afinal tinha o "Cafe Brazil" e o "Club Copacabana".

Depois voltamos as cabines, nos trocamos e fomos jantar. O jantar foi delicioso. Depois fomos dançar. Tinha vários locais de dança. Muito bom. Eu dancei até. Fui dormir quase as quatro da manhã. No dia seguinte levantamos, tomamos café da manhã e fomos as compras no tax free. Comprei várias coisas, umas para mim e outras para o maridinho. O navio chegou no porto de Estocolmo no final da tarde.

A volta de Estocolmo para Norrköping foi um pouco chatinha...pegamos um engarrafamento monstro e a viagem que normalmente demora duas horas, demorou cinco. 



O passeio foi muito bom. Diverti muito e relaxei. Foi um bate e volta, mas para mim ficou a sensação de mais tempo. Sair da rotina é sempre muito bom e eu preciso fazer isso com mais frequência.



terça-feira, 21 de abril de 2009

A tia Magda não!!!


Hoje uma prima colocou umas fotos no orkut que me fizeram viajar para bem longe. Fui para um tempo que não volta mais e encontrei com uma pessoa que não está mais entre nós. Era uma prima de terceiro grau que eu carinhosamente adotei como tia Magda. Eu a admirava por tantos motivos!!! Ela era alegre, divertida e sabia fazer coisas lindas. Ela fez várias fantasias para mim. Como eu gostava de ouvir as histórias que ela contava. A temporada dela no colégio interno rendeu ótimas histórias que eu adorava ouvir. Mas a melhor história é a da viagem para Paris. 
Infelizmente ela não conheceu Paris, mas adorava ir para lá. Vou explicar melhor. A casa dela era uma eterna sala de visita, sempre cheia de gente e ponto de encontro dos parentes. Assim, quando ela estava cansada e queria tirar uma soneca durante o dia, fechava a porta e colocava um bilhete dizendo que tinha ido para Paris. Todo mundo entendia o código, menos o entregador do blindex (box) do banheiro. Ela morava em uma cidade pequena, a mesma que meus pais moram. Lá no interior de Minas. A cidade era desprovida de vários recursos, então ela encomendou para a mansão (maneira que ela denominava a sua própria casa) um blindex na cidade vizinha. O tempo foi passando e nada da entrega chegar. Um dia depois de vários outros de espera, ela resolveu ligar e perguntar o por que do atraso. Para a surpresa dela e nosso divertimento futuro, o homem da loja perguntou como tinha sido a viagem, já que no dia da entrega tinha um bilhete na porta dizendo que ela tinha ido para Paris.
Quando ela via algo muito bonito exclamava: "É de paris!!!" ou "É de Honolulu!!"
Um dia ela me deu uma colcha de crochê linda!! A mesma que ela fez para as duas netas e que eu tinha visto e achado linda. Eu não tinha idade para ser neta dela, mas mesmo assim ela fez uma colcha para mim.
Nunca pensei da possibilidade da morte dela, na minha cabeça ela não combinava com morte, era alegre demais. Nunca também disse o quanto eu a amava. E como eu amava minha tia Magda!!
Em um sábado de setembro de 2005, minha mãe me liga e diz que a minha tia Magda tinha tido um enfarte e estava no hospital entre a vida e a morte. Era mentira da minha mãe, ela já tinha morrido. No final da conversa minha mãe me revelou a verdade. Ela queria tentar esconder a verdade porque sabia que eu ia sofrer muito.
Por alguns instantes o meu mundo parou e eu, chorando, só conseguia dizer uma coisa: "A tia Magda não, mãe!!!!"..."A tia Magda não, mãe!!!!"..."A tia Magda não, mãe!!!!"..."Ela não pode morrer!!
Mas infelizmente ela morreu. Até hoje quando acontece algo de muito bom comigo ou vejo algo muito bonito penso comigo mesma: "Preciso contar isso para a tia Magda!!"
Eu não fui ao enterro dela, não dava para chegar a tempo. Melhor assim. Tenho ela viva no meu pensamento e, as vezes, como hoje, lembro dela com muita saudade.
Eu posso fechar o olho e lembrar/imaginar ela na minha frente. Eu ainda posso ouvir a risada dela. Só não posso dizer para ela o quanto ela era e é importante para mim e o quanto eu a amava e amo.
Ou, talvez, ela saiba disso tudo!!!

domingo, 19 de abril de 2009

Tentando relaxar...


A semana que terminou ontem foi difícil...logo na terça um sinal vermelho que levou todas as minhas esperanças. Chorei muito e tive que trabalhar com a frustração...
Acho que vou seguir os conselhos e vou esquecer essa história...quem sabe assim acontece.
Quinta e sexta foram ainda mais difícil, dormi durante o dia para fugir da tristeza.
Mas teve coisa boa: almoço com uma amiga na quarta e encontro com as brasileiras na quinta. Fomos ao japonês na quinta também, em mais uma tentativa de tirar o foco do problema. 
Sábado fomos almoçar na casa de uma amiga. Fizemos nhoque, muito trabalho e bagunça, mas no fim valeu a pena. Ficou ótimo!!!...Mas o da mamãe ainda é o melhor...rsrsrsrs...
Hoje foi dia de sair para almoçar com o maridinho e ficar em casa quietos para descansar e espantar de vez a tristeza.
Sábado comecei o processo novamente...com menos expectativa e mais relaxada...
Essa semana promete: muito estudo e uma viagem rápida.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sia

Adoro essa marca. Muito linda!!
Esses dias entrei no site e me apaixonei ainda mais. 
Resolvi colocar aqui as fotos da coleção de verão (summer wind), para entrar no clima, porque lá fora tem sol e as flores começaram a brotar...trazendo muita alegria!!!








As origens da Sia
Sonja Ingegerd Andersson fundou a SIA no Sul da Suécia nos princípios dos anos 60. 
A Sia é a expressão da sua paixão pela decoração, o seu amor pela natureza, e o seu desejo de partilhar com os outros o prazer de se sentir bem em casa. 
Sonja começou a desenhar tecidos estampados e fabricar flores de papel para os seus amigos expondo-as no seu jardim quando chegava a Primavera, tornando-se rápidamente conhecido como "Lustgarden- O jardim das Tentações"
O livro "Sonja I. Andersson, uma vida com a Sia", editado em 2003, explica a sua apaixonante trajectória de vida:
“Foi o coração de Sonja que deu vida à SIA”. “Sonja ensinou-nos que o trabalho, o bom humor e as relações humanas não são incompatíveis. Introduzindo-nos no seu círculo, ela encorajou o talento de cada um de nós, abrindo-nos os olhos às aventuras sem limite da vida, concentrando-se ao mesmo tempo na sua empresa em expansão, na sua força criativa e, sobretudo, nos outros".

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Anel para guardanapo


Acho um charme o uso de guardanapos de pano.
Encontrei nesse blog aqui o passo a passo desse lindo e simples anel de guardanapo.
Com materiais fáceis e habilidade podemos confeccioná-lo.
Se você não tiver conchinhas, porque nem todo mundo tem, é só mudar para outro material...fácil...




quarta-feira, 15 de abril de 2009

Mulheres protestam em Cabul

Ainda sob a influência de "A Cidade do Sol". 
Bom saber que elas começaram a protestar. 
Mesmo que o protesto seja tímido, já é um começo.


Mulheres protestam contra a lei que reprime uma minoria xiita em Cabul

Cerca de 200 afegãs realizaram nesta quarta-feira um protesto do lado de fora da mesquita Khatam Al Nabi contra a lei que organizações de direitos humanos estão chamando de "estupro legalizado", informou o jornal britânico The Guardian. O alvo da manifestação é Mohammad Asif Mohseni, o clérigo radical que apóia fortemente a proposta que também proíbe as mulheres de saírem de casa sem a permissão do marido.

Além de não poderem negar a relação sexual com o parceiro (por isso estupro legalizado), a lei também diz que as mulheres só podem procurar trabalho, buscar educação ou visitar médicos com a autorização dos maridos. Durante o protesto, alguns homens reagiram atirando pedras contra as mullheres. Eles afirmam que a manifestação é uma pressão para imposição de valores ocidentais no Afeganistão.

A lei, que vale apenas para uma minoria xiita, causou constrangimento para o presidente afegão, Hamid Karzai. Em março, ele foi acusado de tentar ganhar votos para as próximas eleições ao apoiar a legislação. A ONU, líderes mundiais e do próprio Afeganistão repudiaram a iniciativa. "Isso é pior do que o regime talibã. E qualquer pessoa que se levantou contra a lei foi acusado de ser contra o Islã", disse o senador Humaira Namati.

No entanto, as manifestações de hoje mostram que pelo menos algumas mulheres afegãs não estão aceitando tal submissão. Um comunicado elaborado pelas organizações responsáveis pela marcha classificou a lei "como um insulto à dignidade das mulheres enquanto seres humanos, além de contribuir para a desigualdade e o etnocentrismo", segundo o Guardian.

Redação Terra


terça-feira, 14 de abril de 2009

A Cidade do Sol


Acabei de ler "A Cidade do Sol". Lindo!!! Me emocionei muito!!!
Segundo livro do Khaled Hosseini e o quarto sobre o Afeganistão que leio. Já li o "Caçador de Pipas", "Mulheres de Cabul"  e "O Livreiro de Cabul".

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A Cidade do Sol
Impressionante história de duas mulheres afegãs. Mariam e Laila. Um único marido. Duas gerações, dois meios intelectuais, uma Volga e outra um mercedes numa comparação estúpida do marido. A princípio rivais, mas a opressão em que viviam a tornaram iguais e foi justamente na dor que elas se viram unidas. Ambas constroem uma relação de cumplicidade, de carinho, de cuidado e de amor extremo uma pela outra. Uma arrisca a própria vida para defender a sua amiga. A outra entrega a própria vida para salvar a vida daquela que aprendeu a amar como se fosse a sua filha. Presas numa casa elas cultivam valores de lealdade, generosidade, amor incondicional, valores de uma integridade indiscutível em contraste radical com a força brutal, desumana e discriminatória do seu marido e do regime do talibã. É uma história de ódio, mas também de amor. Do amor de infância que atravessa os anos e vence a despeito detoda a força contrária. 

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"Ninguém pensaria em atribuir algum potencial contestador a Titanic, a superprodução náutico-romântica de James Cameron. Mas em Cabul, durante o regime fundamentalista do Talibã – cuja idiotia ideológica e religiosa proibia diversões comezinhas como televisão, música e pipas –, até mesmo assistir a Titanic no videocassete de casa era um perigoso ato de transgressão. Ou pelo menos assim consta em A Cidade do Sol, novo romance do afegão (radicado nos Estados Unidos) Khaled Hosseini, autor de O Caçador de Pipas, sucesso mundial com mais de 8 milhões de livros vendidos. Com uma atenção exaustiva a esses detalhes cotidianos, Hosseini oferece um retrato palpável da vida no Afeganistão ao longo das últimas quatro décadas – um conturbado período que inclui a invasão soviética, guerras civis, o regime talibã e a ocupação americana. Despertada pelos eventos de 11 de setembro de 2001, a curiosidade ocidental pela realidade dos países islâmicos responde por parte do sucesso de Hosseini. Mas sua habilidade na construção de um melodrama envolvente também conta muito.

O Caçador de Pipas era uma história masculina, sobre a amizade acidentada entre dois garotos de Cabul. A Cidade do Sol é, ao contrário, uma espécie de Sidney Sheldon islâmico: um romance sobre mulheres sofredoras, amaldiçoadas pela sorte e humilhadas por homens maus, mas que no fim conseguem (ou, pelo menos, uma delas consegue) dar a volta por cima. Filha ilegítima de um empresário endinheirado de Herat, cidade próxima à fronteira com o Irã, Mariam é obrigada pela família do pai a se casar com o comerciante de sapatos Rashid, da capital, Cabul. O marido é um bruto, que antes mesmo do Talibã já obrigava a mulher a vestir a opressiva burca. A situação piora quando, depois de uma série de abortos, fica provado que Mariam jamais dará o sonhado herdeiro ao marido. Rashid passa a destratá-la e a espancá-la. Paralelamente ao drama de Mariam, Hosseini narra a história de Laila, a esperta filha de um casal de classe média de Cabul. Cerca de vinte anos mais nova do que Mariam, ela tem planos de se tornar uma mulher independente, de um dia estudar em uma universidade. Os sonhos de Laila são abreviados quando, aos 14 anos, sua casa é explodida por um foguete, em 1992, durante as guerras civis que dilaceraram o país. Seus pais morrem no bombardeio – e Laila ainda por cima está grávida do namorado adolescente, que se exilou com a família no Paquistão. Sem opções, ela acaba se tornando a segunda mulher de Rashid.

A amizade que surgirá entre essas duas mulheres é o centro do romance. Não, elas não ficam podres de ricas, como no típico livro de Sheldon. Hosseini ainda é mais realista do que o autor de O Outro Lado da Meia-Noite. O final de A Cidade do Sol, porém, é ensolarado, esperançoso. Sim, os antigos guerrilheiros tribais ainda dão as cartas na política afegã, e o Talibã segue ativo, seqüestrando e matando missionários coreanos. O último capítulo do romance reconhece esses problemas, mas aposta no futuro do país. Com irresistível ingenuidade, o renascimento do Afeganistão é representado nas cápsulas vazias de mísseis – sobras da guerra civil – que os habitantes de Cabul transformaram em vasos de flores. E no cinema que hoje pode exibir Titanic livremente."


Talibã x Titanic

"No verão, Cabul foi tomada pela febre do Titanic. As pessoas contrabandeavam cópias piratas do filme do Paquistão. Depois do toque de recolher, todos trancavam as casas, apagavam as luzes, baixavam ao máximo o volume das televisões e voltavam a chorar por Jack, Rose e os demais passageiros do navio que naufragou. (...) Vendedores desciam ao leito ressecado do rio Cabul. Em pouco tempo, era possível comprar ali tapetes e roupas Titanic, que enchiam carrinhos de mão. Havia desodorante Titanic, pasta de dentes Titanic, perfume Titanic e até uma burca Titanic."

Trecho de A Cidade do Sol

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Páscoa

A Páscoa foi excelente!!! Encontro com a família e com os amigos é sempre muito bom!!!
Sexta ficamos quietinhos em casa, fiz uma comidinha gostosa, escutamos muita música brasileira e assistimos tv. Sábado foi dia de ir para Söderköping encontrar com a família...muito legal!! Fomos de carro com o tio Roberto e o Daniel. Antes do almoço fomos andar na cidade, pois o tempo estava ótimo. Tomamos sorvete e caminhamos bastante. Escondemos os ovos e fomos almoçar. Depois do almoço fomos procurar os ovos, o que rendeu muitas risadas e brincadeiras...13 pessoas, só adultos...mas o que imperou foram as brincadeiras...
Jogamos buraco...fizemos campeonato...muito bom...voltamos de lá as 3:00 da manhã do domingo. O Daniel voltou conosco e dormiu aqui em casa. No Domingo acordamos tarde, quase na hora de ir encontrar com a Juliana e o Jonas para o almoço. Almoçamos no tailandês e depois viemos tomar caipirinha aqui em casa...dia super agradável.
Hoje é feriado também, mas estamos aproveitando para descansar um pouquinho!!
Agora algumas fotos dos tradicionais ovos de Páscoa suecos...aqui não tem ovo de chocolate como no Brasil...




sábado, 11 de abril de 2009

Decoração de Páscoa na Suécia

















Coloquei essas fotos aqui para mostrar para minha mãe como é a decoração de Páscoa na Suécia.
Jag ställde dessa bilder här för att vissa min mamma hur påsks dekorationen i Sverige är.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Bom Sucesso













Porque hoje eu acordei com saudade
Porque se eu estivesse no Brasil estaria lá hoje
Porque meu pai e minha mãe moram lá
Porque meu irmão também
Porque eles são presentes de Deus
Porque eu queria estar na companhia deles
Porque eu nasci lá
Porque lá mora um tantão de gente querida
Porque lá eu me sinto em casa
Porque lá eu me sinto protegida
Porque lá estão minhas raízes
Saudades...qualquer dia eu volto para lá!!!


På svenska: 
Eftersom jag vaknade med nostalgi i dag
Eftersom om jag var i Brasilien skulle vara där i dag
Eftersom min far och min mor bor där
Eftersom min bror också
Eftersom de är gåvor från Gud
Eftersom jag ville vara deras sällskap
Eftersom jag är född där
Eftersom där bor många kära personer 
Eftersom där känner jag mig hemma
Eftersom där känner jag mig skyddade
Eftersom där finns mina rötter  
Jag saknar stället  ... en dag ska jag åka tillbaka till Bom Sucesso!!!


quinta-feira, 9 de abril de 2009



"Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata!

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho. 

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai"?
Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente sentimos."

Carlos Drumond de Andrade
Foto: Flor tradicional de Páscoa

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Mais um excelente fim de semana

Mais um excelente fim de semana passou...agora melhor ainda, pois a primavera chegou trazendo temperaturas agradáveis, céu claro e sol. Sábado o termómetro marcou 15 graus...alegria geral!!
Sexta fui no japonês com o maridinho, o que sempre é uma alegria, afinal sou apaixonada por sushi!! Sábado foi dia de jogar sinuca, comer pizza e assistir filme na casa de amigos. Como tinha criança no grupo, assisitimos Beverly Hills Chihuahua. Adorei!! Lembrei-me muito do único cachorro que tive...deu saudade do Cher (querido em francês). 
Domingo teve encontro só de mulheres brasileiras...nem preciso falar que foi ótimo.
A semana começou bem...férias da escola e encontro com a minha amiga chilena para um fika.

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Na comédia da Disney Perdido Pra Cachorro (Beverly Hills Chihuahua), Chloe (voz de DREW BARRYMORE), uma Chihuahua de Beverly Hills que usa botas e uma coleira de brilhante, aproveita tanto seu estilo de vida luxuoso que mal nota Papi (voz de GEORGE LOPEZ), um Chihuahua que, por acaso, é louco pela elegante e mimada cadela. Mas quando Chloe se perde no México, com apenas um Pastor Alemão de rua (voz de ANDY GARCIA) para ajudá-la a encontrar o caminho para casa, Papi viaja até o sul da fronteira — junto com três cães (voz de PLÁCIDO DOMINGO, LUIS GUZMAN e EDDIE “PIOLIN” SOTELO), dois humanos (PIPER PERABO, MANOLO CARDONA), um rato ardiloso (voz de CHEECH MARIN) e um iguana nervoso (voz de PAUL RODRIGUEZ)— para resgatar seu verdadeiro amor.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Caixas e coração

Em janeiro compramos uns jogos japoneses que vieram em umas caixas de madeira com tampa de plástico muito aproveitáveis. Como sou louca por caixa logo pensei em fazer alguma coisa legal com elas, afinal a tampa não era condizente com o resto e precisava de um up-grade. Aqui perto de casa tem uma loja de tecidos com uma imensa variedade, outro dia fui lá e comprei um tecido bem romântico...bem minha cara mesmo. Hoje depois de quase um mês terminei e para fechar com chave de ouro fiz um coração de tecido para colocar no armário do banheiro perto das caixas.

Caixas:
Tampa original e material usado (tecido, cola, tesoura, régua, lápis e pincel)



Coração:
O Coração de papel é um gabarito. Cortei dois iguais.

Juntei os dois lados com uma linha azul escura, a idéia é que apareça bem a costura. A medida que fui costurando já fui preenchendo com algodão (na verdade deveria ser manta acrílica, mas não tinha e não queria ter que esperar até sair para comprar).

Resultado Final

Eu gostei tanto do resultado que vou fazer muuuuitos, cada um com uma estampa diferente, e espalhar com todos os cantos.

Depois que postei fui namorar mais um pouquinho minha criação e achei que faltava alguma coisa, assim coloquei esse laço...acho que ficou melhor, ainda mais romântico