
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Parabéns para mim

quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Overdose de hospital
domingo, 24 de maio de 2009
Coisas da vida...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Mais um passinho

sábado, 16 de maio de 2009
Talher de prata

sexta-feira, 15 de maio de 2009
I love my computer

quarta-feira, 13 de maio de 2009
O Guardião de Memórias

terça-feira, 12 de maio de 2009
Teatro



segunda-feira, 11 de maio de 2009
Quadro com tecido



Eu quero fazer um quadro para o meu quarto com um desses dois tecidos:
domingo, 10 de maio de 2009
Mãe
terça-feira, 5 de maio de 2009
Semana complicada

sexta-feira, 1 de maio de 2009
Majbrasa
domingo, 26 de abril de 2009
Mini Cruzeiro


terça-feira, 21 de abril de 2009
A tia Magda não!!!

domingo, 19 de abril de 2009
Tentando relaxar...

sexta-feira, 17 de abril de 2009
Sia




quinta-feira, 16 de abril de 2009
Anel para guardanapo




quarta-feira, 15 de abril de 2009
Mulheres protestam em Cabul
Mulheres protestam contra a lei que reprime uma minoria xiita em Cabul
Cerca de 200 afegãs realizaram nesta quarta-feira um protesto do lado de fora da mesquita Khatam Al Nabi contra a lei que organizações de direitos humanos estão chamando de "estupro legalizado", informou o jornal britânico The Guardian. O alvo da manifestação é Mohammad Asif Mohseni, o clérigo radical que apóia fortemente a proposta que também proíbe as mulheres de saírem de casa sem a permissão do marido. Além de não poderem negar a relação sexual com o parceiro (por isso estupro legalizado), a lei também diz que as mulheres só podem procurar trabalho, buscar educação ou visitar médicos com a autorização dos maridos. Durante o protesto, alguns homens reagiram atirando pedras contra as mullheres. Eles afirmam que a manifestação é uma pressão para imposição de valores ocidentais no Afeganistão. A lei, que vale apenas para uma minoria xiita, causou constrangimento para o presidente afegão, Hamid Karzai. Em março, ele foi acusado de tentar ganhar votos para as próximas eleições ao apoiar a legislação. A ONU, líderes mundiais e do próprio Afeganistão repudiaram a iniciativa. "Isso é pior do que o regime talibã. E qualquer pessoa que se levantou contra a lei foi acusado de ser contra o Islã", disse o senador Humaira Namati. No entanto, as manifestações de hoje mostram que pelo menos algumas mulheres afegãs não estão aceitando tal submissão. Um comunicado elaborado pelas organizações responsáveis pela marcha classificou a lei "como um insulto à dignidade das mulheres enquanto seres humanos, além de contribuir para a desigualdade e o etnocentrismo", segundo o Guardian.






