No quarto dia testamos o passeio “Excursión a la Montaña” da TurisTour, a maior agência de turismo receptivo de Santiago. Me pareceu uma maneira bem prática de ser apresentada a duas estações de esqui —Valle Nevado e Farellones.
Antes de sair da cidade, uma parada estratégica numa lojinha da Ski Total na avenida Nueva Las Condes para alugar roupas próprias para a neve. Como meu casaco de neve estava, provavelmente, no porto de Santos, eu precisei alugar um casaco mais quentinho.
Cinco minutos depois já estávamos no Camino a Farellones, uma estrada acanhada construída nos anos 30. São 40 curvas até chegar ao centro de esqui Farellones (de onde se continua a El Colorado e La Parva). A partir da entrada de Farellones, uma outra estrada, particular, construída nos anos 90, leva a Valle Nevado (depois de outras 20 curvas).
Já no início do caminho dá para ver que é melhor não arriscar subir por conta própria. A estrada é bastante apertada, e as curvas, fechadíssimas. Basta uma fina capa de gelo para tornar tudo megaperigoso (e obrigar ao uso de correntes nas rodas).
Enquanto Valle Nevado é uma estação de esqui tipo exportação, voltada sobretudo aos turistas estrangeiros, Farellones funciona como um playground da neve para os santiaguinos. As instalações são bem mais modestas e, o que é melhor: há diversões até para quem não queira esquiar ou fazer snowboard.
O maior barato de Farellones é o tubing, versão na neve dos tobogãs com bóia dos parques aquáticos. Por 7.000 pesos/14 dólares (acrescidos aos 10.000 pesos/20 dólares da entrada no parque) você compra uma hora de uso do tobogã — com direito a ser rebocado ao começo da pista.
Outra atração off-pistas de Farellones são os juegos aéreos – um circuito de pontes de corda e tirolesas que me deu vontade de fazer. Os participantes são transportados até o início do circuito e, depois de deslizar nas alturas, desembarcam junto ao restaurante.










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